Este artigo, necessariamente, não reflete o pensamento da CBN.

No contexto cristão português e não só, mas em todos os contextos católicos romanos, há o ícone de Maria, a mãe de Jesus, como um santuario fatimamarco fundamental da fé católica. Em Portugal, o aparecimento de Maria na atual Cidade de Fátima, em Leiria, fortaleceu ainda mais a mariologia católica romana em Portugal. A história de Fátima está associada a três crianças (os pastorinhos de Fátima): Lúcia e os seus primos, Francisco Marto e Jacinta Marto, que em 13 de maio de 1917, foram testemunhas da aparição de Maria na Cova da Iria, onde pastoreavam seus rebanhos. Desde então Cidade de Fátima tornou-se um dos grandes centros de peregrinação católica.

A experiência da peregrinação à Fátima é um evento significativo na vida religiosa dos católicos portugueses. A singularidade desta experiência mística atrai inclusive aqueles que são católicos apenas nominalmente. O que torna a Doutrina de Maria uma das fundamentais doutrinas do catolicismo romano. A mariologia em alguns aspectos se sobrepõe a teologia bíblica, estabelecendo-se na tradição e na experiência mística deste reencontro com Maria através das peregrinações ao sítios dedicados à sua veneração. Esta experiência serve de conforto, consolo e esperança para os peregrinos que encontram nesta prática religiosa aquilo que buscam, pelo menos na experiência mística de cada um.

Em contraste com os cristãos reformados, para os quais a mariologia é uma contradição aos mandamentos bíblicos, este será sempre um fator de separação entre reformados e católicos. A experiência cristã reformada vivência o testemunho deixado por Maria descrito nos Evangelhos. A fé reformada reconhece o valor histórico e o valor espiritual de Maria, entretanto, sem venerá-la. Tanto católicos como reformados concordam com o fato de que Maria tem uma posição especial na história da redenção, entretanto, enquanto a visão católica romana de Maria seja a de una pessoa espiritual com ações no passado, presente e futuro da humanidade, a fé reformada reconhece a obra de Maria apenas no pretérito.

Um outro fator de divisão está no entendimento da nomenclatura “mãe de Deus”, que no catolicismo eleva Maria a um nível quase tão importante quanto o da Santíssima Trindade, já na fé reformada busca-se compreender esta nomenclatura conforme a mesma surgiu pela primeira vez. Embora a terminologia não apareça explicita no texto bíblico, ela é uma realidade implícita. Os católicos utilizam-se da expressão sem qualquer dificuldade, tendo em vista a teologia mariana, já alguns cristãos reformados demonstram dificuldades com o termo, por discordarem que Maria tenha sido a mãe de Deus, mas sim a mãe de Jesus, em seu estado humano.

O Credo de Chalcedon (ou Chalcedon da Fé), que surgiu em 451d.C., e que tratou entre outras coisas, da natureza divina e humana de Jesus, foi onde surgiu pela primeira vez o termo “Maria, a mãe de Deus”. Se desejamos compreender a frase precisamos entender o que foi tratado naquele concílio a este respeito. Em primeiro lugar, é importante entender que o Concílio de Chalcedon usou a frase não em uma honra especial à Maria, mas para enfatizar a divindade de Jesus. O sentido original em que este termo surgiu, tinha por propósito mostrar que Maria foi a mãe de Deus, porque a natureza humana de Cristo estava tão unida a sua natureza divina que era praticamente impossível traçar uma linha divisória entre estas naturezas. Elas foram milagrosamente unidas no útero de Maria. Portanto, dentro deste contexto, a frase, “Maria, a mãe de Deus”, não é contraditório.

O importante é compreender que a teologia mariana é uma realidade estimada em Portugal e outros rincões do mundo, desta forma, não é possível ignorar esta experiência mística com Maria na tradição cristã em Portugal. O poeta Teixeira de Pascoaes nos deixou os seguintes versos:

Senhora dos Milagres, um romeiro
De pés descalços, de cabeça ao vento,
Quer entregar-te o coração inteiro
De crença, mas partido de tormento.

Dantes, quando era vivo o sentimento,
Criou-se a tua lenda neste outeiro.
Às horas do crepúsculo cinzento,
Encontravam-se o pobre e o pegureiro.

Venho entregar-te agora o coração,
Velhinha imagem, sobre um velho altar,
Com duas flores: silêncio e solidão…

E quando uma avezinha, em ti, pousar,
Ela que o leve pelo céu então:
Que, aonde o vento a leve, 0 vá levar…

luis branco

 

 

Em Cristo,

Pr. Luis Alexandre Ribeiro Branco
Missionário da JAMI em Portugal

Este artigo, necessariamente, não reflete o pensamento da CBN.

O tema da CBN este ano é Proclamando o Evangelho no poder do Espírito. Quando é apresentado um enunciado como este, duasproclamar reações se tornam necessárias para extrairmos o seu propósito. A primeira é a de que realmente é impactante, pois nos remete a algo extraordinário da parte de Deus, portanto nos fará alcançar resultados positivos quanto ao crescimento da Igreja de Cristo. A segunda é a de que estamos sendo, no gerúndio mesmo, exortados por algo que não estamos fazendo corretamente. Entendemos que a realidade da pregação do evangelho não condiz com os ensinos da Palavra, uma vez que não o fazemos no poder do Espírito. Mas segundo a sabedoria humana, e, necessariamente, o tema nos faz corrigir a rota para chegarmos ao propósito correto: levar às pessoas a mensagem da cruz, que é uma loucura para os que estão perecendo, no entanto para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.

Paulo alerta que não proclamou os mistérios de Deus com discursos eloquentes e com muita sabedoria, porque lhe importava apenas pregar a mensagem de Jesus Cristo crucificado. O apóstolo continua a afirmar que sua pregação não consistia em palavras de sabedoria, e sim de demonstração do poder do Espírito.

Segundo Shedd, pregadores não devem ser oradores, mas testemunhas, e somente se for pelo poder do Espírito Santo, conforme (At 1.8) - Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”. Infelizmente, alguns têm sido testemunhas dos próprios ventres, que são expostos mediante a linguagem persuasiva, de argumentos racionais, de oratória, de pressão psicológica, de emocionalismos, de negociatas etc.

Faz-se necessária a lembrança, aqui, de que as discussões baseadas em argumentos racionais fundamentados nas Escrituras não podem ser deixadas de lado. O próprio Paulo debateu com os judeus na sinagoga, e ainda como os gregos, na praça principal (At 17.2 e 17), provando quem era Jesus Cristo pelas Escrituras (18.28).

Entendemos que a sapiência humana não possui argumentos plenos para promover, de Deus, o conhecimento, que ocorre apenas pela loucura da pregação cheia do poder divino, pois, ninguém, senão o Espírito para nos revelar os mistérios e a sabedoria de Deus, que é o próprio Cristo.

A pregação eivada apenas de saberes humanos e se reduz em si mesma. Assim o resultado que se almeja não pode ser alcançado, pois a fonte é deficiente. Porém, quando a mensagem é preenchida por um testemunho cheio do poder do Espírito, os desejos dos interlocutores são transformados, e, em vez de sinais e de sabedoria, desejarão a suficiência de Cristo para suas vidas.

A meu ver, se quisermos levar alguém aos pés do Salvador, devemos ter a mente de Cristo, imitá-lo e glorificá-lo. Devemos examinar, como pregadores e testemunhas do evangelho, se as manifestações do poder do Espírito realmente estão presentes em nosso ministério, e evidenciadas em nossas expressões de bondade, longanimidade, amor, servidão, temor e justiça; e ainda de sabedoria e de entendimento, ou se temos sido apenas testemunhas de nós mesmos, recorrendo às ministrações eloquentes.

Em tempos de intenso secularismo no seio da igreja, agarremo-nos à mensagem da cruz, buscando, pelo poder do Espírito que nos capacita proclamá-la, de modo que somente o Senhor seja conhecido e glorificado.

2015 ESDRAS

 

 

Em Cristo,

Pr. Esdras Dias
Secretário Executivo da CBN

Este artigo, necessariamente, não reflete o pensamento da CBN.

INTRODUÇÃO

Voltar a Jeremias é compreender o povo, a mensagem e os problemas do grande servo de Deus. Ele tem muito a nos dizer sobre a experiência com a própria geração. Diferente de outros profetas, profeta jeremiasJeremias adverte da condenação pendente sobre Israel. O juízo é iminente, especialmente após a morte de Josias. Um homem com uma mensagem vital durante os últimos quarenta anos da existência nacional de Judá como reinado. O ministério do referido servo se concentrou nos problemas correntes, em um esforço, para fazer aquela geração voltar a Deus.

Jeremias é fruto de sua época. Jeremias. É contemporâneo do mais novo rei de Israel. Josias chegou ao trono com oito anos de idade, quando Amom foi morto (640a.C.). Mais tarde, ficou evidente que o rei, então com dezesseis anos, já se preocupava em obedecer a Deus. Aos 20 anos, Josias tomou medidas positivas para purgar aquela nação da idolatria. Santuários e altares de deuses estranhos foram destruídos em Jerusalém e em outras cidades desde Simeão, ao sul da capital, até Naftali, ao norte. Durante os primeiros anos, Jeremias deve ter ouvido frequentes discussões em seu lar a respeito da devoção religiosa do novo rei.

Pessoas como Josias e Jeremias são poucas, e com certeza, estão marcados para sofrer.

O chamado de Jeremias se dá em um momento de aparente calma. O homem de Deus foi convocado ao ministério profético exatamente durante o período dessa reforma. Comparada à vocação dos demais profetas -- a majestosa visão de Isaias ou a elaborada revelação de Ezequiel-- o chamado de Jeremias é único por ser de simplicidade ímpar. Contudo, Jeremias se viu definitivamente escolhido pelo Eterno para ser um profeta. Duas simples visões confirmam o então chamado ministerial.

Na primeira visão, da vara de amendoeira, há um jogo de palavras: a amendoeira (shaqed) e vigiando (shoqed), ambas têm o mesmo som fonético. A intenção é deixar bem claro que Deus estaria atento, velando, vigiando para que se cumprisse sua palavra profética. Na segunda, a panela a ferver indica a natureza da mensagem, que encontraria muita oposição. Deus estaria derramando, como água fervente, a palavra de forma dura, trazendo calamidade, desespero, problemas.

Deus encoraja Jeremias no exercício da missão. O profeta também recebeu a divina certeza de que Deus o fortificaria e o capacitaria para suportar os ataques, além dos livramentos em tempos de dificuldades (Jeremias 1.17-19).

A súbita morte de Josias foi crucial tanto para Judá quanto para Jeremias (2 Cr 35.25). Enquanto o profeta lamentava a perda do piedoso rei, a nação era lançada em um redemoinho de conflitos internacionais. Joacaz não reinou senão três meses antes que Neco, do Egito, o tomasse prisioneiro e colocasse Jeoiaquim sobre o trono de Davi em Jerusalém.

A súbita mudança dos acontecimentos fez com que Jeremias ficasse sem o apoio político piedoso do povo, inclusive, foi deixado à mercê das malandragens dos chefes apóstatas que gozavam do favor de Jeoiaquim.

Com certeza, os anos 609-586 foram os mais difíceis, sem paralelo em todo o Antigo Testamento. No viés político, todos os tipos de conflitos internacionais iriam acontecer no período em que levaria Jerusalém à ruínas. No seguimento religioso, as velhas práticas anteriores a Josias retornaram ao governo de Joacaz. Após o funeral de Josias, estabeleceram abertamente os ídolos cananeus, egípcios e assírios.
No entanto, Jeremias sem temor, e com persistência, advertia o povo do desastre iminente. O profeta estava sujeito à perseguição dos próprios concidadãos, pois ministrava a uma nação apóstata, com um governo ímpio.

ELUCIDAÇÃO

Hoje a igreja enfrenta um dos momentos mais difíceis da história. A aparente calmaria e o bom êxito ante a mídia, a sociedade e o campo político nos deram uma sensação de que o “reino” pode finalmente galgar bons passos diante dos olhos dos ditos “ímpios”.

Somos notoriamente conhecidos como protestantes que repugna os ídolos, mas introduzimos na prática o culto ao homem, ao ego.

Essa ludibriação alcançou todas as áreas da igreja: música, liturgia, pastoral, devocional, comunhão, etc. Vemos com preocupação por onde as igrejas caminham. Não conseguimos ver como positivo o reducionismo que os modismos da atualidade trouxeram para a igreja.
Observamos como nos assemelhamos aos tempos de Jeremias. Corrupção no meio dos líderes; pastores fraudulentos; falsos profetas; cristãos inescrupulosos e ególatras. A mensagem de Deus ficou em segundo plano, desrespeitada, desvalorizada, condicionada a uma experiência de “ré té té”.

Ninguém tinha o bom senso de reconhecer que as próprias atitudes cheiravam mal perante Deus. O que valia era o que dava certo. Pessoas como Josias e Jeremias são poucas, e com certeza, estão marcadas para sofrer. Pessoas que não se venderiam ao que a maioria quer. Gente de caráter santo e irrepreensível que ama a Deus na beleza da sua santidade; que não trocaria a Deus por paixões infames; que não se prostituiria com outros deuses; que não se arriscaria a perder tudo por paixões passageiras.

  1. A apostasia dos dias atuais se torna evidente nas atitudes, ou melhor dizendo, na postura muitas vezes omissa da igreja. Negociamos a fé dada, pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo, por coisas sem nenhuma edificação com a moda que mais atrai, que esta dando certo; com as metas e princípios mundanos. Relativizamos a fé e a reduzimos a uma religião de autoajuda. Somos o fruto do nosso tempo. Vivemos em uma sociedade hedonista, que gosta dos prazeres. Logo, tudo o que proporciona situação confortável é buscado e afirmado acima de qualquer parâmetro, fundamento ou princípio de Fé. Muitos bebem nas águas do Nilo e do Eufrates! “O meu povo cometeu dois crimes: Eles me abandonaram, a mim, a própria Fonte de Água Viva; e tentaram cavar as suas próprias cisternas, poços rachados que não conseguem reter a água”. Jr 2.13.
  2. Ao pontuarmos a busca desenfreada por prazer, somos conduzidos a considerar as palavras de Jeremias quando compara o povo à criaturas selvagens no cio (Jr 2.23-25). O desejo é tão grande que qualquer parceiro pode tê-las sem se afadigar! Israel estava apaixonado pelos deuses. A igreja esta apaixonada pelos ídolos do ego, os ególatras. A igreja se entrega fácil a paixões volúveis e se derrete toda diante de um “Grande Nome da Mídia”. Pior, vende-se para quem tem mais poder; para quem pode lhe oferecer maior status. Quem será capaz de refrear tanta paixão? À medida que o cio vem – essa vontade excessiva de reconhecimento, de poder, e posição – os apaixonados vão e se entregam sem oposição alguma, e sem reservas. ”Não permitas que teus pés sejam esfolados nem que a tua garganta fique seca. Mas tu alegas: ‘Não tem jeito! Eu estou apaixonada pelos deuses estrangeiros e continuarei correndo atrás deles!” (Jr 2.25). Mesmo que Deus nos diga para cuidarmos e vigiarmos, a igreja insensata e vendida comete as concupiscências. “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.
  3. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo 2.16,17).
    A vergonha é certa! Por muito ou por pouco tempo se revelará quem são de fato esses “deuses”. Clama a Deus de lábios, mas não se reconhece de Deus. Profetas como Oséias e Jeremias ressaltam: Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor. Quem o conhece verdadeiramente não tem determinadas atitudes. Somos notoriamente conhecidos como protestantes que repugna os ídolos, mas introduzimos na prática o culto ao homem, ao ego. Pela falta de conhecimento de Deus, o homem recorre aos ídolos. Assim só tende a contender com o Senhor. Pela falta de intimidade com Deus, o homem acha que o Pai o abandonou. Os que assim agem também se julgam livres; senhores de si; capazes de escolhas corretas. O v.34 chama-nos a atenção e destaca: pobre e inocente – e não pobre inocente, ou seja, além de pobre é também inocente em acreditar nesses ídolos (ególatras). Ainda se diz inocente? Deus entrara em juízo com você, pois Ele condena todos os planos dos ególatras. Deus destruirá os castelos de areia dos “senhores do poder” e lançará por terra todos os intentos daquele em quem sua Igreja tem confiado.

CONCLUSÃO

Chegamos neste momento com a seguinte pergunta: Em quem confiamos? Em quem estamos dispostos a ir até as ultimas consequências? Em nome de quem entregaremos nossas vidas, nossa família, nossas posses, nosso coração? Aos ídolos ou a Deus? A escolha que você fizer vai implicar no tipo de vida que terá. Arrependamos caso tenhamos trocado a Fonte de Águas Vivas por cisternas! Pois fomos chamados nestes dias para fazermos a diferença assim como foi Jeremias, estejamos então prontos para sermos MARCADOS PARA SOFRER!

A Deus toda a Gloria.

prjofre

 

 Em Cristo,

Pr. Jofre Macnelli
Igreja Batista Nacional de Vila Maria/SP
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Este artigo, necessariamente, não reflete o pensamento da CBN.

Diante de tantas atrocidades cometidas por muçulmanos radicais, incomoda-me a postura dos lideres islâmicos, assusta-me a forma como ocultam a verdade sobre o Alcorão e impressiona-me a forma como se contradizem entre a fala e a praxis religiosa.

Sempre que há um atentado como o que ocorreu nos Estados Unidos da América, que ceifou a vida de cinquenta pessoas, aparece um ou outro líder islâmico que insiste na retórica de que o islamismo é uma religião de paz.isla

Sejamos honestos, sem medo de dizer a verdade e deixemos de lado a farsa da boa diplomacia:
O islamismo é uma religião opressora e intolerante. Não existe nenhum país islâmico ou de maioria islâmica onde haja liberdade. Mesmo nos mais desenvolvidos, como os Emirados, não há liberdade plena. O islamismo é intolerante com seus próprios filhos, que dirá daqueles que são de outras religiões. A palavra chave do islamismo é “submissão”, e, custe o que custar. Em seus países praticam atrocidades contra seu próprio povo, subjugando-os à práticas ou abstinências intoleráveis. E no ocidente tentam impor à trancos e barrancos suas leis (sharia) sobre todos. E vivem em guerra entre si.

O Alcorão é um livro que incita a violência. É simples, basta ler o Alcorão para ver a testificar. Um fato é um fato, está lá, é o que é ensinado nas mesquitas, violência. Alguns dizem que tais textos carecem de interpretação, mas como interpretar se apenas 5% dos muçulmanos falam árabe incluindo muitos imãs que nada sabem da língua árabe, se não o suficiente para recitar suas orações. Qual escola hermenêutica que forma os imãs destas mesquitas? O princípio majoritário da interpretação do Alcorão é o sentido literal do texto. Um dia estava numa mesquita participando de uma tertúlia, quando alguém perguntou ao imã o significado da palavra jihad e ele se esquivou de todas as maneiras sem dar o significado de uma das palavras mais citadas no Alcorão e que recebe grande ênfase.

O islamismo quer o direito de fazer o que bem quiser no ocidente enquanto que nos seus países os estrangeiros sofrem grandes discriminações e restrições, e, pior ainda, buscam um direito de liberdade que nem seus países praticam. Os muçulmanos acham que é um direito deles construírem quantas mesquitas quiserem nos países livres do ocidente, enquanto que em seus países a construção de igrejas ou templos de outras religiões são proibidos. Um exemplo, quando o Paquistão nasceu, 40% da sua população era hindu, hoje existe apenas 2% de hindus no país, que se torna cada vez mais intolerante.

Encontrar uma solução para lidar com estes temas não são fáceis, mas podemos considerar alguns pontos: 1. Não permitir a entrada de imãs em nossos países que possuam antecedentes de violência, incitação a violência, que não seja conhecedor hábil da língua árabe e que não assuma um compromisso de respeitar a lei, a liberdade e a cultura local, sob a pena de expulsão do país. 2. É urgente uma reforma hermenêutica dentro do islamismo, onde o ensino do Alcorão assuma novas vertentes como a simbólica e alegórica nos textos que incitam a violência, com uma aplicação prática para os dias atuais desta nova hermenêutica pelas comunidades islâmicas. 3. É necessário que haja uma pressão internacional sobre os países islâmicos para que haja mais liberdade em seus países para a prática de outras religiões, e que aqueles países que resistirem a este princípio de reciprocidade sejam penalizados com exigências maiores para a concessão de vistos e parcerias culturais e económicas.

Mesmo que estas moções fossem adotadas, ainda assim enfrentaríamos problemas por alguns anos. Uma coisa e certa, não podemos engolir as truculências de qualquer que seja a religião.

luis branco

 

 

Em Cristo,

Pr. Luis Alexandre Ribeiro Branco
Missionário da JAMI em Portugal

O questionamento do autor de Eclesiastes se mostra atual para todos os que estão cansados de correr atrás do vento. O trabalho é uma das formas de o ser humano encontrar o sentido existencial, cumprindo o mandato que recebeu do Criador. O lucro do trabalho não é apenas o retorno financeiro. E quem o faz apenas pelo dinheiro tem uma vida fútil e vazia. A lei brasileira, que dispõe sobre o serviço voluntário, o define como atividade não remunerada. Mesmo assim pode ser extremamente gratificante e carregado de sentidos.

Em nossas igrejas, contamos com um time de voluntários atuantes em diversas áreas. No geral, é um pequeno time de futebol jogando para milhares de espectadores. Apesar de herdeiras da reforma protestante e da doutrina do Sacerdócio Universal, nossas igrejas são compostas por dois grupos distintos: O primeiro, formado por cristãos-servos, exercita no corpo os dons que recebeu de Deus; o segundo, formado por cristãos-clientes, é consumidor passivo dos programas da igreja local. Infelizmente, o último costuma ser a maioria. Tal realidade se fortalece pela tendência de profissionalização dos agentes da fé. A igreja passa a contar, exclusivamente com o trabalho eclesiástico de um grupo de profissionais, contratados e remunerados com os dízimos e ofertas da congregação. A crítica não é ao fato de assalariar quem, de forma honrosa, se dedica integralmente ao ministério. O equívoco reside em incentivar a terceirização da responsabilidade pessoal do crente. Mesmo os cristãos dizimistas e ofertantes, de forma generosa, podem encontrar, também, espaço para servir com seus dons e habilidades.

Desconsiderar a perspectiva do serviço voluntário é negar a essência do Corpo de Cristo. Não seremos uma igreja saudável se pastores, líderes e mestres, no lugar de preparar os santos para a obra do ministério, optarem por desempenhar um sacerdócio solitário para uma congregação repleta de espectadores. Trabalhar com voluntários é como montar um quebra-cabeça, pois é necessário ajudar as pessoas a descobrirem seus dons e a encontrar o seu lugar no Corpo. Alguns voluntários optam por servir na igreja, usando as habilidades profissionais, aprimoradas no mercado de trabalho; outros, entretanto, não desejam repetir o trabalho secular no exercício voluntário. Cabe ao líder abrir o leque de oportunidades para o serviço, dentro e fora da igreja, permitindo que os cristãos experimentem os diversos ministérios, até que, com a ajuda do Espírito Santo, descubram um lugar apropriado para servir com paixão, usando os próprios dons, interesses e habilidades.

Desafie, treine e coopere com aqueles que desejam ser voluntários no serviço do Reino de Deus.

pr elcimar

 

 

Pr. Elcimar Fernandes
Coordenador da SEDELIM (Secretaria de Desenvolvimento de Lideranças e Ministérios)
Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Nesses dias tenho tido a oportunidade de refletir sobre a "Oração Sacerdotal de JESUS" narrada pelo apóstolo João, em seu evangelho, no capítulo 17. Minha atenção direcionou-se, em especial, para o verso 21, onde diz: "Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.". E sabem amados líderes e pastores nós somos a resposta da oração de JESUS!

Essa afirmativa nos traz ainda mais responsabilidade quanto ao que representamos para o Reino de DEUS. Muitos estão vivendo seus ministérios, e repito "SEUS" e não de Deus, sem entendimento do que do propósito original para o qual Deus os chamou. Por conseguinte, se aliam a empreitadas diversas com vistas a alcançarem SEU sucesso na carreira ministerial. Perseguem seus próprios sonhos, sem nunca se darem conta da visão e plano de JESUS para a sua igreja.

A proposta dessa pequena reflexão é funcionar como um alerta para recuperação da caminhada para aqueles que se desviaram do propósito original e, ainda, para aqueles que nem tem conhecimento do propósito original, possam tomar conhecimento, parar um pouquinho, pensar e refletir sobre o tema, e ai quem sabe mudar sua trajetória.

Amados líderes e pastores, não fomos chamados para construir templos, ter sucesso ministerial, crescer e sermos reconhecidos, fomos originalmente chamados para "FAZER DISCÍPULOS" (Mateus 28.19). E, o incrível é que se realmente estivermos dispostos a cumprir com o propósito original que JESUS nos comissionou, iremos necessariamente ter que pisar no trilho de sua caminhada e, a caminhada é de uma vida de AMOR e em AMOR (1 João 4.8).

Quando nos tornamos UM com DEUS, nos tornamos AMOR, por conseguinte o nosso trato com as pessoas muda, passamos a cuidar bem delas, nosso foco se torna leva-las a maturidade em JESUS. Por isso mesmo, laboramos para que deixem o pecado, sejam curadas plenamente, restauradas em todas as áreas da vida, com o propósito de que multipliquem o que receberam e formem novos discípulos.

Portanto, na contramão de tudo o que está estabelecido como sucesso em nosso tempo, viver para ser a RESPOSTA DA ORAÇÃO DE JESUS, é viver uma vida de negação de si mesmo. Ele nos disse que quem amar mais, a seu pai, sua mãe, seus familiares e até a si mesmo, do que a Ele e, não carregar a sua cruz, não pode ser seu discípulo (Lucas 14.26,27). Ser a resposta da oração de JESUS é reviver a máxima expressa pelo apóstolo Paulo no verso 20 da Epístola aos Gálatas, ou seja, "... vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; ...".

Os chamados para viver em e para JESUS somente cumprirão seu ministério se realmente vierem a decidir por ser a RESPOSTA DA ORAÇÃO DE JESUS. Eu já decidi! E você!?

prrobson jr

 

 

Pr. Róbson Júnior da Silva