O maior entre vós seja como o menor, e quem governa, como quem serve. Lucas 22.26

Poesias para o dia das Mães

Poesias para o dia das Mães

Autor: Rafael Nogueira de Almeida


Cordel das Mães


Cordel das mães
Além de apertar com os braços
Vou enrolá-la num cordel
Por mais que te dê afagos
Não pago por tanto mel
Pois quero com poesia
Oferecer-te um troféu
 
De mãe mais linda do mundo
E da mais cheirosa flor
O de mãe mais dedicada
De abraço com mais calor
Também, o de melhor cantiga
E o de mãe cheia de amor
 
Quero ainda agradecer
Por hoje ser um cristão
Pois sempre me ensinaste
O caminho da salvação
Glória a Deus, por ti, querida
Na terra, meu galardão

 

Mãe


Mãe
Quando vejo a tua face cansada do tempo
Vejo em cada ruga uma história prá contar
Sinto que tua vida não foi somente passatempo
Dores, choros, risos mil, segredos mil em teu olhar

Quero minha mãezinha neste dia dedicado
Falar de quanto é grande meu amor por ti, querida
Perdões quero pedir por sofrimentos, mil feridas
Tu és uma joia rara que em meu coração guardo

Obrigado pelas noites que ficaste sem dormir
Por mil reuniões de escola e por mil sustos
Pelas cantigas de ninar e pelo cuidado

Porque alegria maior não há, que ser amado
Tua és de alma nobre e de coração robusto
Mirando o seu exemplo sei que posso prosseguir

 

Obrigado Mãe


 Obrigado mãe

Pela coragem insana
De sofrer nove meses
Para dar a luz a um novo ser

Pela dedicação indizível
De cuidar de um bebê
Totalmente dependente de você
Dando-lhe a seiva da vida

Pela paciência incrível
De crer e esperar
Que aquelas pernas vesgas
Andassem de verdade

Pela sabedoria
Ao ensinar-me as primeiras sílabas

Pelo esforço
De preparar-me dias sem fim
Para ira à escola

Pelo o amor
Que superou os transtornos
Da minha Adolescência

Pela dor ao perder o filho
Para outra mulher

Pelo rosto enrugado e lindo
Que posso beijar todos os dias
E contar em cada ruga
Uma linha da minha própria história

 

Mãe é Mãe


Mãe é mãe

Mãe é matriz
É modelo
É M a l a b a r i s t a

Mansa à beira do berço
Melodiosa a ninar sonhos
Sonhos, que somos seus

Malandra prá saber
Se é dor ou manha

E chora e ora e ri
E semeia e colhe
E perde
E continua sendo mãe