E santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. Lv 25.10
  • Institucional

REGIMENTO INTERNO DOS DEPARTAMENTOS DA CBN

CAPÍTULO I
DO NOME E FINALIDADE

Art. 1º. Os departamentos da Convenção Batista Nacional são responsáveis pela implementação de ações específicas para o segmento dos homens, mulheres, jovens e adolescentes a nível nacional (CBN), regional (CBEs) e local (igrejas).

Art. 2º. São objetivos específicos dos departamentos:

Cooperar com as igrejas e com os departamentos regionais e estaduais, nos seus objetivos de servir a Deus e ao próximo em todas as suas atividades, promovendo a plena integração de seus membros;

Incentivar o cultivo sadio de atividades espirituais, evangelísticas, missionárias, culturais, artísticas, sociais e desportivas que fortaleçam o departamento.
Promover uma salutar convivência com outros departamentos, órgãos e instituições da Convenção Batista Nacional e também denominações evangélicas fraternas;

Buscar todos os meios legítimos para manter a unidade do povo batista nacional e a chama da renovação espiritual.

CAPÍTULO II
DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 3º. O departamento será administrado pelos seguintes órgãos:

I. Assembleia de Eleição.

II. Diretoria.

SEÇÃO I
DA ASSEMBLEIA DE ELEIÇÃO DO DEPARTAMENTO

Art. 4º. A Assembleia de Eleição é seu órgão soberano, composta nos termos regimentais, por:

I. Delegados credenciados pelas CBEs, até 5 delegados;

II. Diretores estaduais dos departamentos.

Parágrafo Único. A Assembleia de Eleição será instalada em primeira convocação com quórum mínimo equivalente a 2/3 (dois terços) do número possível de delegados nomeados pelas CBEs, e em segunda convocação, trinta minutos após, com a representação de no mínimo 1/3 (um terço).

Art. 5º. Compete à Assembleia de Eleição:

I. Apreciar as propostas de melhoria do trabalho;

II. Eleger a diretoria do departamento.

Art. 6º. Somente os delegados devidamente inscritos e os diretores dos departamentos das CBEs poderão votar e serem votados.

§1º - As votações serão por escrutínio livre ou secreto, de acordo com a decisão da mesa ou do plenário.

§2º - As decisões na Assembleia de Eleição serão tomadas por maioria simples de votos dos presentes.

SEÇÃO II
DA DIRETORIA

Art. 7º. A diretoria do departamento é constituída de um Diretor Executivo e 03 (três) auxiliares, com mandato de 02 (dois) anos, podendo ser reeleitos para até mais dois mandatos consecutivos.

§1º - A Diretoria eleita será empossada na cerimônia de encerramento do Congresso do Departamento, pelo Presidente da CBN ou seu representante legal.

§2º - Havendo necessidade e disponibilidade de recursos, com o aval da diretoria, o diretor executivo poderá receber ajuda de custo.

Art. 8º. Compete à Diretoria do departamento:
I. Apresentar um plano estratégico bienal para as atividades a serem desenvolvidas;
II. Apresentar uma previsão orçamentária anual do Departamento como parte do processo de elaboração do orçamento geral da CBN;
III. Solicitar pagamentos das contas e despesas do Departamento;
IV. Solicitar o adiantamento de fundos para facilitar a realização de viagens e projetos;
V. Prestar relatórios financeiros das receitas e despesas realizadas com fundos adiantados pela Secretaria Geral Administrativa - SGA;
VI. Prestar relatórios semestrais do desempenho do Departamento à SGA e um relatório anual ao Conselho Nacional de Planejamento e Execução – CONPLEX;
VII. Participar do CONPLEX exercendo o direito de voz e voto.
VIII. Apresentar planos e propostas para as Assembleias, os Congressos e demais eventos nacionais do Departamento, com orçamentos detalhados;
IX. Convidar o presidente da CBN, ou seu representante, para participar de todas as reuniões e eleições de liderança nacional do Departamento;
X. Responder aos pedidos do Presidente da CBN e da SGA para esclarecimentos sobre suas atividades, seus procedimentos e trabalhos;
XI. Coordenar a realização das Assembleias, dos Congressos e demais eventos nacionais do Departamento;
XII. Coordenar e facilitar com o Presidente da CBN e o Secretário Geral Administrativo seus relacionamentos com as CBEs, órgãos e demais instituições da CBN;
XIII. Coordenar a implementação das decisões tomadas pelo CONPLEX, pela Diretoria e pela Assembleia Geral e delegadas ao Departamento pelo Presidente da CBN;
XIV. Colaborar com a SEDELIM na elaboração do currículo para os treinamentos;
XV. Incluir na agenda o cronograma de treinamentos apresentado pela SEDELIM e incentivar a participação de toda a liderança;
XVI. Apresentar artigos e notícias para divulgar nos meios de comunicação nacional da CBN;
XVII. Coordenar a produção de folders, cartazes, e outros materiais para divulgação nacional;
XVIII. Manter atualizado junto ao escritório da CBN, os dados das lideranças estaduais para composição da agenda dos poderes diretivos.

Art. 9º. São requisitos para ser eleito para as funções de Diretoria do Departamento:
I. Ser brasileiro nato ou naturalizado, maior de 21 anos;
II. Ser cidadão em situação regular e sem restrição legal;
III. Ter no mínimo 5 (cinco) anos de membresia em igreja filiada e cooperante com a CBN;
IV. Ser integrado com o funcionamento e as atividades denominacionais;
V. Preferencialmente ter participado dos treinamentos ofertados pela SEDELIM;
VI. Estar presente na Assembleia onde ocorre a eleição;

Art. 10. Não poderão ser eleitos para as funções de diretoria do departamento:
I. Presidente e Secretário Executivo de CBE que não esteja repassando mensalmente o Plano Cooperativo;
II. Presidente e Secretário Executivo de secional da Ormiban que não esteja repassando o percentual previsto em Regimento Interno desta;
III. Pastores sob disciplina ou em condição irregular junto a Ormiban;
IV. Pastores membros da Ormiban que tenham sido disciplinados por questões morais ou de ordem administrativa, ficando estes inelegíveis por período de cinco anos, contados à partir do final do prazo disciplinar e efetiva reintegração ao ministério.

Art. 11. São atribuições do Diretor Executivo:
I.Convocar e presidir as reuniões da diretoria e Assembleia de Eleição;
II.Exercer o voto de qualidade;
III. Elaborar junto à diretoria o plano de ação em consonância com o planejamento estratégico e apresentá-los à SGA e ao CONPLEX;
IV. Acompanhar as atividades do departamento, estimulando e orientando a todos na maneira de alcançar os planos aprovados;
V. Representar o departamento no CONPLEX e AGO;
VI. Executar as demais tarefas inerentes ao cargo.

Art. 12. São atribuições dos Auxiliares:
I. Substituir o diretor em seus impedimentos ocasionais;
II. Assumir a diretoria quando indicado pela diretoria da CBN em caso de vacância;
III. Auxiliar o diretor executivo no exercício de suas funções.
IV. Desempenhar funções definidas pela diretoria do departamento: supervisão regional, controle financeiro, secretaria, dentre outros;
V. Executar as demais tarefas inerentes ao cargo.

CAPÍTULO III
DA REALIZAÇÃO DE CONGRESSOS

Art. 13. Os Congressos dos departamentos serão promovidos a cada 2 (dois) anos, em local previamente aprovado pela Diretoria da CBN, supervisionado pelo Secretário Geral Administrativo com o apoio da SEDELIM.

Parágrafo Único. Os contratos de locação de espaços, equipamentos e serviços, bem como convites a preletores, grupos musicais e outros, somente poderão ser efetivados após autorização da Diretoria da CBN.

Art. 14. Os congressos têm os seguintes objetivos:
I. Promover a confraternização entre os membros do departamento;
II. Fortalecer a identidade denominacional;
III. Promover o estudo de temas escolhidos de acordo com as necessidades do departamento;
IV. Realizar a Assembleia de Eleição;
V. Apreciar relatórios de atividades e financeiro;
VI. Estudar planos de trabalho, receber propostas e tomar deliberações com vista ao desenvolvimento do trabalho dos departamentos locais, estaduais e nacionais;
VII. Oportunizar capacitação e atualização para líderes estaduais, regionais e locais.

CAPÍTULO IV
DAS RECEITAS E PATRIMÔNIO

Art. 15. A receita do departamento será constituída do repasse da CBN, ofertas, contribuições, doações e rendas compatíveis com suas finalidades:
I. A Convenção Batista Nacional fará os repasses para subsidiar as atividades aprovadas no plano bienal, até o teto anual estabelecido pelo CONPLEX;
II. A receita do departamento poderá ser complementada por meio de doações, saldos de congressos, eventos, campanhas e vendas de produtos produzidos pelo departamento.
§1º - Todo o movimento financeiro do departamento será contabilizado pela CBN.

§2º - O departamento não possuirá patrimônio próprio. Todos os bens móveis, imóveis e títulos adquiridos serão imediatamente incorporados ao patrimônio da CBN.

CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 16. Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos pela Diretoria da CBN e, se necessário, pelo CONPLEX.
Art. 17. Este Regimento Interno somente poderá ser reformado pelo CONPLEX.
Art. 18. Esse regimento constitui-se em um modelo para as estaduais e deverá ser adaptado e aplicado a cada CBE.
Art. 19. Este Regimento Interno entra em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília, 07 de abril de 2016.

Pr. Edmilson Vila Nova
Presidente

Pr. José de Arimatéa
1º Secretário

Pr. Esdras Dias
Secretário Geral

Pr. Elcimar Fernandes
Coordenador SEDELIM

REGIMENTO INTERNO DA CONVENÇÃO BATISTA NACIONAL
PREÂMBULO


O presente Regimento Interno regulamenta o Estatuto da Convenção Batista Nacional – CBN e disciplina o funcionamento das assembléias, dos órgãos e instituições, dá outras providências e regulamentos necessários.

CAPÍTULO I
DA CONVENÇÃO BATISTA NACIONAL

Art. 1º. A Convenção Batista Nacional, também designada pela sigla CBN, é uma organização religiosa, federativa, sem fins lucrativos; fundada em 16 de setembro de 1967, por tempo indeterminado; por iniciativa de igrejas batistas, que têm Jesus Cristo como Senhor e Salvador e crêem na doutrina do batismo no Espírito Santo, no exercício dos dons espirituais, decididas a se unirem pelo vínculo da fé para buscar sempre o genuíno avivamento espiritual, proclamar o Evangelho, fazer discípulos e promover o Reino de Deus através do compromisso de fidelidade doutrinária e cooperação com seu programa denominacional.

Art. 2º. A Convenção Batista Nacional é constituída das igrejas à ela filiadas na forma regimental,
e tem por sede e foro a cidade de Brasília.

Art. 3º. A Convenção Batista Nacional rege-se por seu Estatuto e este Regimento Interno.

CAPÍTULO II
DA FILIAÇÃO E DESFILIAÇÃO DE IGREJAS

Art. 4º. As igrejas serão filiadas na forma regimental através da secional da respectiva unidade da Federação, salvo exceções autorizadas pelo Conplex.

Art. 5º. São requisitos para filiação de igrejas:
I - ter a Bíblia como única regra de fé e prática;
II - ser igreja regularmente organizada conforme o Manual Básico dos Batistas Nacionais;
III - adotar o modelo administrativo democrático, promovendo um processo decisório participativo;
IV - preencher ficha cadastral, em formulário próprio fornecido pela CBN;
V - assumir formalmente o compromisso de cooperar com o programa da CBN;
VI - assumir o compromisso de contribuir mensalmente com 10% (dez por cento) dos dízimos arrecadados (Plano Cooperativo), para a consecução fins e programas convencionais;
VII - adotar o Manual Básico da CBN e sua Declaração de Fé, bem como seguir as orientações e resoluções de seus órgãos competentes;
VIII - ser dirigida por pastor devidamente credenciado pela Ormiban;
IX - fazer constar em seu nome "Igreja Batista Nacional", ou constar em seu estatuto a expressão "filiada à CBN".

Art. 6º. Será passível de disciplina, restrição de direitos e até desligamento a igreja que:
I - deixar de contribuir com o plano cooperativo e o programa da CBN;
II - descumprir ou contrariar dispositivo constante no Manual Básico, Estatuto ou Regimento Interno da CBN, bem como resoluções ou orientações emanadas de seus órgãos competentes;
III - não aceitar as normas e os critérios adotados para o ministério Batista Nacional através da ORMIBAN;
IV - abandonar a CBN, passar para outra denominação ou exercitar práticas contrárias às doutrinas Batistas Nacionais;
V - solicitar sua desfiliação;
VI - não fizer constar em seu Estatuto que é filiada a CBN, ou que não seguir o Manual Básico da CBN e seu Pacto de Fé.
§ 1º - Será considerado abandono, a igreja que apresentar cooperação insuficiente, sem justificativa plausível, em reuniões de associações, assembléias estaduais, assembléias nacionais e congressos quando para isto devidamente convocada.
§ 2º - Nenhuma igreja será desfiliada sem elaboração de processo interno da CBE e ORMIBAN Regional, com prazo de 90 (noventa) dias para conclusão, dada amplo direito de defesa.
§ 3º - Da decisão de desfiliação da igreja caberá recurso à Diretoria da CBN, desde que
apresentado até 60 (sessenta) dias do conhecimento da decisão.
§ 4º - No caso de instauração de processo para desfiliação de igreja, seu pastor ou qualquer de seus membros, caso ocupe cargo em qualquer segmento da denominação, será imediatamente afastado de suas funções.

CAPÍTULO III
DOS DIREITOS E DEVERES DAS IGREJAS FILIADAS

Art. 7º. São direitos das igrejas filiadas:
I - credenciar representantes às Assembléias Gerais da CBN e da CBE, nos termos regimentais;
II - utilizar a logomarca da CBN;
III - receber cópias do Estatuto, do Regimento Interno, das atas e relatórios de todos os segmentos da CBN, mediante requisição;
IV - receber material de divulgação, comunicação e outros da CBN, de seus órgãos e instituições;
V - solicitar mediação ou arbitragem da CBN em casos de divergências internas, com outras co-irmãs ou órgãos e instituições da CBN;
VI - ter assistência, em nível de consultoria, na área jurídica, fiscal e trabalhista e no desenvolvimento de projetos missionários, evangelísticos ou de crescimento de igreja;
VII - ter assistência de pastor interino, quando solicitado;
VIII - solicitar exame e ordenação de candidatos ao ministério e formação de Concílios.

Parágrafo Único. A igreja que pleitear por escrito algum dos direitos acima será atendida através da respectiva CBE ou ORMIBAN Regional, quando couber.

Art. 8º. São deveres das igrejas filiadas:
I - enviar representantes às Assembléias Gerais;
II - cooperar com as atividades e programas da CBN;
III - zelar pelo nome da denominação, promovendo o espírito cooperativo;
IV - remeter mensalmente o Plano Cooperativo;
V - atender resoluções e solicitações da CBN feitas através dos órgãos e instituições competentes;
VI - cumprir e fazer cumprir o Manual Básico e o pacto das igrejas batistas nacionais;
VII - ser pastoreada por pastor filiado a ORMIBAN.

Art. 9º. Cada igreja local tem a liberdade, dentro dos princípios bíblicos e da doutrina batista, de adotar o método e estratégia de crescimento que melhor adaptar-se à sua realidade e contexto.

Art. 10. Cada igreja filiada à CBN tem liberdade e direito de expandir seu programa missionário na abertura de novas frentes de trabalho em qualquer unidade da Federação, respeitando a jurisdição e desenvolvendo seu trabalho em harmonia com a CBE correspondente.

CAPITULO IV
DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS

SEÇÃO I
CONSTITUIÇÃO

Art. 11. A Assembléia Geral da CBN é seu órgão soberano e será composta por:
I - até 15 (quinze) delegados nomeados por cada CBE, na forma regimental;
II - pastores credenciados e quites com a Ormiban, devidamente inscritos;
III - até 05 (cinco) representantes de cada igreja filiada, devidamente credenciados e inscritos.

Parágrafo único. Assembléia Geral será instalada em primeira convocação com quorum mínimo equivalente a 2/3 (dois terços) do número possível de delegados nomeados pelas CBE's, e em segunda convocação, trinta minutos após, com a representação de no mínimo 1/3 (um terço), salvo exceções previstas no Estatuto e no Regimento Interno.

Art. 12. A Assembléia Geral Ordinária será realizada de dois em dois anos, e a Extraordinária, quando necessário, nos termos regimentais.

Art. 13. A Assembléia Geral Extraordinária só terá validade se convocada com no mínimo 30 (trinta) dias de antecedência, constando da convocação a pauta dos assuntos a serem tratados.

Art. 14. A Assembléia Geral será convocada:
I - pelo Presidente ou substituto legal mediante publicação no jornal "O Batista Nacional" ou, em caso de urgência, através de carta às CBE's e igrejas, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
II - por solicitação de pelo menos 2/3 (dois terços) da diretoria, quando da omissão ou ausência do Presidente, da mesma forma;

SEÇÃO II
DAS COMISSÕES

Art. 15. Para o bom desempenho dos seus trabalhos, a Assembléia Geral Ordinária contará com as seguintes comissões temporárias, constituídas pelos delegados e representantes devidamente
inscritos:
I - comissão de Indicações: constituída de 05 (cinco) membros nomeados na primeira sessão da AG, pelo Presidente, para sugerir ao plenário os vogais para o Conplex, os membros do Conselho Fiscal e os membros das seguintes comissões:
II - comissão de Tempo, Local e Orador: constituída de 03 (três) membros, para dar parecer sobre a próxima Assembléia Geral Ordinária;
III - comissão de Assuntos Eventuais: constituída de 03 (três) membros, para dar parecer sobre assuntos não previstos na pauta da Assembléia, apresentados em requerimento subscrito, pelo mínimo de 10 (dez) delegados ou representantes;
IV - comissão de parecer dos Relatórios da Diretoria da CBN e Secretaria Geral: constituída de 05 (cinco) membros.
V - comissão de parecer sobre os Relatórios das instituições, órgãos e outros, constituída de 09 (nove) membros;
VI - comissão de parecer dos Relatórios das CBE's: constituída de 09 (nove) membros.
VII - comissão de parecer sobre o Plano Bienal: constituída de 09 (nove) membros, que considerará o plano bienal geral da CBN que inclui: da Diretoria, Secretaria Geral, órgãos, instituições e outros;
VIII - comissão de verificação de elegibilidade: constituída de 05 (cinco) membros que acolherão indicações de candidatos aos cargos da Diretoria da CBN, nas funções de presidência e secretaria, cabendo-lhe observar as exigências de elegibilidade previstas no Estatuto e Regimento Interno.

Parágrafo Único. A mesa diretora da AGO poderá criar outras comissões "ad-referendum" do plenário.

Art. 16. No Livro do Mensageiro da AGO constará:
I - a palavra do Presidente;
II - os relatórios da Diretoria, da Secretaria Geral, das CBE's, demais órgãos, instituições e outros;
III - orçamentos;
IV - estatuto, Regimento Interno e outras informações necessárias.

SEÇÃO III
DO CUSTEIO

Art. 17. Para fazer face às despesas de preparo, promoção e material com a realização das assembléias, cada representante pagará taxa de inscrição fixada pela Diretoria da CBN.

SEÇÃO IV
DAS VOTAÇÕES

Art. 18. Só os delegados, representantes e pastores devidamente inscritos poderão votar e ser votados.
§ 1º - As votações serão por escrutínio livre ou secreto, de acordo com decisão da mesa ou do plenário.
§ 2º - As decisões nas Assembléias Gerais serão tomadas por maioria simples de votos dos presentes, salvo as exceções previstas no Estatuto e Regimento Interno.

SEÇÃO V
ATRIBUIÇÕES DA MESA DIRETORA DA ASSEMBLÉIA

Art. 19. A Mesa será sempre composta por um titular da presidência e dois secretários.
Art. 20. Compete ao Presidente ou seu substituto, observada a ordem de sucessão:
I - abrir, presidir e encerrar as sessões da AG;
II - manter a ordem, cumprir e fazer cumprir o Estatuto e o Regimento;
III - conceder ou negar a palavra, observadas as regras parlamentares;
IV - interromper os oradores que estejam fora de ordem ou usarem linguagem inconveniente;
V - consultar o plenário, quando necessário;
VI - suspender a sessão em caso de desordem;
VII - submeter em cada reunião a aprovação da pauta da sessão seguinte;
VIII - submeter à discussão e votação as propostas feitas;
IX - assinar as atas juntamente com o Secretário;
X - autorizar a fixação ou distribuição de impressos e material de propaganda, no recinto da AG;
XI - exercer as demais funções inerentes ao cargo.

CAPITULO V
DA DIRETORIA DA CBN

Art. 21. São requisitos para ser eleito para as funções de diretoria da CBN:
I - ser brasileiro nato ou naturalizado, maior de 21 anos;
II - ser cidadão em situação regular e sem restrição legal;
III - ser membro de igreja cooperante, conforme este Regimento Interno;
IV - ter prestado serviço anteriormente à denominação;
V - ter no mínimo de cinco anos como membro de igreja filiada.

Art. 22. Não poderão ser eleitos para as funções de diretoria da CBN:
I - presidente e Secretário Executivo de CBE que não esteja repassando mensalmente o Plano Cooperativo;
II - presidente e Secretário Executivo de secional da Ormiban que não esteja repassando o percentual previsto em Regimento Interno desta;
III - pastores sob disciplina ou em condição irregular junto a Ormiban;
IV - pastores membros da Ormiban que tenham sido disciplinados por questões morais ou de ordem administrativa, ficando estes inelegíveis por período de cinco anos, contados à partir do final do prazo disciplinar e efetiva reintegração ao ministério.

CAPÍTULO VI
DO CONPLEX

Art. 23. Compete ao Conplex, além das atribuições previstas no Estatuto e de outras que lhe forem confiadas.
I - planejar o trabalho geral da CBN;
II - aprovar ou não o relatório, inclusive financeiro, o plano bienal e o orçamento da CBN, seus órgãos, instituições e outros;
III - tomar decisões de natureza eclesiástica ou ética em nome da CBN "ad-referendum" da AG;
IV - determinar intervenção administrativa junto a órgãos e instituições e outros, quando necessário.

Art. 24. O Conplex se reunirá anualmente na segunda quinzena do mês de abril e, extraordinariamente, quando necessário, convocado com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, constando da convocação extraordinária a pauta dos assuntos.

Parágrafo Único. As decisões nas reuniões do Conplex serão tomadas por maioria simples de votos dos presentes, salvo as exceções previstas no Estatuto e Regimento Interno.

Art. 25. A CBN assumirá as despesas com hospedagem dos membros do Conplex e com transporte, preferencialmente terrestre, dos membros da Diretoria e dos vogais.

Parágrafo Único. As despesas de transporte dos representantes das CBE's, Ormiban's, órgãos e instituições, bem como as despesas com os demais integrantes decorrentes de reuniões de cada um, serão assumidas pelos representados.

CAPÍTULO VII
DA SECRETARIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO

Art. 26. A Secretaria Geral de Administração é o órgão responsável pela execução do programa e decisões da Assembléia Geral, do Conplex e da Diretoria, em trabalho conjunto com as igrejas, órgãos e instituições, estabelecendo a visão e o planejamento estratégico denominacional.

Art. 27. A Secretaria Geral de Administração contará com um quadro de funcionários dimensionado e referendado pela Diretoria.

Art. 28. Compete ao Secretário Executivo, além de outras atribuições que lhe forem confiadas:
I - desenvolver o funcionamento e desempenho da Secretaria Geral de Administração;
II - realizar a movimentação bancária, documentação contábil e fiscal da CBN, conforme disposto no Estatuto, exercendo as funções de tesoureiro;
III - executar o orçamento da CBN;
IV - manter sob sua guarda o patrimônio, bens e valores que não estiverem sob responsabilidade de outra entidade da CBN;
V - coordenar a realização das Assembléias, das reuniões do Conplex e demais eventos que não estiverem sob responsabilidade de outra entidade da CBN;
VI - supervisionar e orientar a hospedagem das Assembléias Gerais;
VII - orientar e assessorar as CBE's, órgãos e instituições em relação ao seu funcionamento e adequação de suas atividades aos planos e propósitos da CBN;
VIII - exigir e receber dos órgãos e instituições da CBN relatórios financeiros e prestar parecer ao Presidente;
IX - representar o Conplex junto às igrejas, órgãos e instituições, e, quando autorizado pelo presidente, perante os órgãos públicos e a sociedade;
X - agilizar as decisões tomadas pelo Conplex, Diretoria e Assembléia Geral.

CAPITULO VIII
DOS ÓRGÃOS E INSTITUIÇÕES

Art. 29. Para o cumprimento de sua finalidade e objetivos, a CBN contará com órgãos e instituições:
§ 1º - São órgãos da CBN:
a) Assembléia Geral (AG);
b) Diretoria;
c) Conselho Nacional de Planejamento e Execução – Conplex;
d) Secretaria Geral de Administração;
e) Conselho Fiscal.

§ 2ºSão instituições da CBN:
a) as secionais – CBE's;
b) a Ordem de Ministros Batistas Nacionais – Ormiban.

Art. 30. A CBN, para o cumprimento de seus fins e atendendo interesses das igrejas, poderá criar através do Conplex órgãos, instituições, secretarias e outros.

Parágrafo Único – A constituição, competência e área de ação de cada órgão e instituição serão definidas pelo Conplex em regimentos ou estatutos próprios.

SEÇÃO I
DAS SECIONAIS – CBE's

Art. 31. Cada secional da Convenção Batista Nacional será denominada "Convenção Batista Nacional" seguido do nome da respectiva unidade da Federação e constituída pelas igrejas batistas a ela filiadas, constando em seu estatuto que é parte integrante da CBN, na qualidade de secional.

Art. 32. Para que seja desmembrada uma CBE que represente duas ou mais unidades da Federação, o Conplex exigirá que haja um número mínimo de 10 (dez) igrejas regularmente organizadas e filiadas, e o mesmo número de pastores integrados à Ormiban, atendidas as condições para funcionamento, provisão e administração.

Art. 33. Cada CBE poderá credenciar até 15 (quinze) delegados para as Assembléias Gerais da CBN, observando:
I - a escolha dos delegados será procedida de forma democrática em Assembléia Geral da CBE ou em reunião da Ormiban regional, facultando-se excepcionalmente direito aos leigos para indicar, votar e serem votados, desde que membros de igrejas filiadas;
II - os delegados deverão pertencer a igrejas cooperantes com a CBN;
III - o credenciamento se dará em carta assinada pelo Presidente e pelo Secretário Executivo da CBE endereçada à Secretaria Geral de Administração da CBN que procederá a inscrição.

Art. 34. As CBE's, para melhor implementação de suas finalidades, poderão criar associações regionais de igrejas, atentando para suas necessidades e conveniências, definindo em seu estatuto ou regimento interno a estrutura, funcionamento e suprimento financeiro delas.

Art. 35. Cada CBE terá sua estrutura administrativa definida em estatuto e regimento interno próprio, homologado pelo Conplex, observando sempre o Estatuto e Regimento Interno da CBN.

Art. 36. A Diretoria da CBN poderá determinar sindicância, auditoria e intervenção em CBE que não cumprir fielmente o Estatuto e o Regimento Interno da CBN.

Art. 37. A Diretoria da CBN poderá solicitar ao Conplex a instauração de processo de sindicância ou auditoria em qualquer CBE quando houver denúncia formal fundamentada ou suspeita de irregularidades contábeis, fiscais, administrativas e outras de ordem moral, através dos relatórios enviados ou ainda na ausência ou insuficiência deles.

SEÇÃO II
DA ORDEM DE MINISTROS BATISTAS NACIONAIS – ORMIBAN

Art. 38. A Ormiban é a instituição da CBN que tem por finalidade tratar dos assuntos peculiares ao ministério, cooperando com a CBN e igrejas na manutenção da unidade da fé, da ética e da sã doutrina.

Parágrafo Único – A Ormiban é regida por estatuto e regimento interno próprio, homologado pelo Conplex.

SEÇÃO III
CRITÉRIOS PARA INDICAÇÃO, ELEIÇÃO E POSSE DE PRESIDENTES, EXECUTIVOS OU
ADMINISTRADORES ÓRGÃOS, INSTITUIÇÕES, SECRETARIAS E OUTROS

Art. 39. O presidente, executivo ou administrador de instituição, órgão, secretaria e outros, será indicado, eleito e empossado observando-se que:
I - seja membro fiel de igreja filiada;
II - se leigo, recomendado por seu pastor;
III - se pastor, quites e ativo na Ormiban;
IV - seja comprovadamente qualificado para a função, observadas experiência e formação;
V - seja ilibado e sem restrições legais e cadastrais;
VI - seja integrado com o funcionamento e as atividades denominacionais;
VII - seus serviços prestados à CBE de origem.

CAPITULO IX
DOS RELATÓRIOS

Art. 40. Os relatórios a serem apresentados mensalmente, se for o caso, anualmente ao Conplex e bienalmente à Assembléia Geral provêm:
I - da Diretoria da CBN;
II - da Secretaria Geral de Administração;
III - dos órgãos;
IV - das instituições, inclusive da CBE's;
V - Secretarias e outros.

Parágrafo Único. Dos relatórios deverão constar:
a) introdução;
b) atividades desenvolvidas durante o ano;
c) informações quanto ao encaminhamento dado às recomendações da assembléia anterior;
d) orçamento financeiro;
e) balanço geral das contas, juntamente com o parecer do Conselho Fiscal;
f) planos e metas para o próximo período;
g) calendário de atividades.
Observação: Nos relatórios das CBE's deverá constar relação das igrejas cooperantes e não
cooperantes, novas igrejas filiadas e desfiliadas no período.

CAPITULO X
DO PLANO COOPERATIVO

Art. 41. O Plano Cooperativo é um programa que visa a expansão do Reino de Deus e, sua aplicação dependerá de vários fatores: as necessidades, as oportunidades, as possibilidades e os fins associativos estaduais, nacionais e mundiais.
§ 1ºO Plano Cooperativo das igrejas filiadas com a CBN consiste numa contribuição mensal com valor definido pelo Conplex e aprovado pela Assembléia Geral para anos fiscais subseqüentes.
§ 2ºO Plano Cooperativo das igrejas com as CBE's consiste numa contribuição correspondente a 5% (cinco por cento) dos dízimos arrecadados.
§ 3ºAs CBE's poderão receber das igrejas cooperação financeira em projetos missionários e
associativos oferecidos em caráter opcional.

Art. 42. Além do Plano Cooperativo poderão ser recolhidas ofertas especiais das igrejas destinadas a CBN, seus órgãos e instituições, as quais serão depositadas na devida conta imediatamente.

CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES REGIMENTAIS GERAIS

Art. 43. Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos pelo Conplex, "ad referendum" da Assembléia Geral, quando couber.

Art. 44. Este Regimento Interno poderá ser reformado por encaminhamento da Assembléia Geral ou do Conplex, em Assembléia Geral convocada para este fim, pelo voto favorável de 2/3 (dois terços) dos presentes.

Art. 45. Este Regimento Interno entra em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.

 

Aracruz-ES, 22 de Julho de 2010.

Pr. José Carlos da Silva
Presidente da CBN

Pr. Robson Júnior da Silva
1ºSecretário

 

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O Conplex, cumprindo seu dever de órgão supervisor e fiscalizador da CBN, seus órgãos e instituições, por estes princípios e diretrizes orienta e normatiza os procedimentos para eleição das diretorias e executivos, visando garantir processos democráticos, ordeiros e transparentes.

Estas diretrizes e normas devem ser aplicadas aos próximos processos eletivos em todas as instituições integrantes da CBN, procedidas inclusive reforma de estatuto e regimento interno para adequação.

Por instituições de administração direta entende-se a Jami, a Lerban e o Steb, administrado pela CBN através do Conplex. As instituições de administração indireta são a Ormiban e as CBEs, por terem assembleias próprias.

I – Dos cargos e funções de diretoria

Entende-se por eleição na Convenção Batista Nacional e suas regionais, um processo democrático e participativo, realizado de forma ordeira nos termos do estatuto ou regimento interno da respectiva instituição, em que os representantes das igrejas e membros da Ormiban formalmente inscritos procedem escolha dos que ocuparão cargos diretivos para o período sequente.
Funções: Presidência, Vice Presidência e Secretaria de Atas.
Cargos: Presidente; 1º. Vice Presidente; 2º. Vice Presidente; 3º. Vice Presidente (quando houver); 1º.
Secretário de Atas; 2º. Secretário de Atas; 3º. Secretário de Atas (quando houver).
Mandato: bienal – determinado pela assembléia geral ordinária (AGO) que procede a eleição e a posse
da Diretoria, e determina o tempo e o local da AGO subseqüente.

II - Procedimentos prévios do processo eletivo:

1) Nomeação da Comissão de elegibilidade pela AGO, acatando parecer da Comissão de Indicações das demais comissões de trabalho.
2) Orientação aos delegados de como proceder a indicação de pessoas às funções de presidente, vice presidente e secretário de atas. A distribuição dos cargos será determinada na votação (não se acolhe indicações para 1º. Vice Presidente ou 2º. Vice Presidente, mas para a função de vice presidente, cabendo ao plenário determinar a ordem de sucessão. O mesmo se aplica aos Secretários de Atas).
3) Uma mesma pessoa poderá concorrer a todos cargos, desde que tenha sido indicada especificamente em cada uma das funções.
4) As indicações deverão ser apresentadas por escrito e assinadas.
5) O trabalho da Comissão de Elegibilidade se limitará a:
A. receber as indicações;
B. verificar a ausência de impedimentos regimentais;
C. verificar se os indicados satisfazem a exigências regimentais e estatutárias;
D. consultar os indicados sobre sua disposição de concorrer e acolher declaração assinada do candidato confirmando sua condição de elegibilidade;
E. elaborar e apresentar parecer apresentando ao plenário os indicados em condição de concorrer as funções de Presidente, Vice Presidente e Secretário de Atas.

6) A formação de chapa única ou chapas concorrentes não deve ser praticada, pois tira do plenário o direito de eleger ou rejeitar individualmente cada candidato aos cargos eletivos. Ainda que o número de candidatos seja exatamente correspondente aos cargos deverão ser votados cargo a cargo e não em chapa, visando legitimar o mandato de cada um dos eleitos.

III - Realização do processo eletivo

1) Apuração confiável do quorum dos votantes e designação de escrutinadores neutros.
2) Oferecido ao plenário o direito de abstenção e inclusão delas na contagem final.
3) Definição da forma de votação a critério da mesa diretora, podendo ser combinado o uso de diferentes formas para cada cargo:
A. Voto secreto em cédulas preferencialmente numeradas, com contagem supervisionada por representantes dos concorrentes;
B. Voto aberto, com os votantes devidamente inscritos e identificados, através de manifestação de voto pelo levantar de mãos ou postura em pé e contagem por escrutinadores neutros.
4) Apresentação do parecer da Comissão de Elegibilidade.
5) Contagem dos votos, exigida maioria absoluta, cargo a cargo. As simplificações que visam agilizar a votação (aproveitando o primeiro mais votado como 1º. Secretário, o segundo mais votado como 2º. Secretário) não podem ser acatadas pela mesa diretora, pois distorcem o resultado da eleição, subtraem dos votantes o direito de votar cargo a cargo e impedem o plenário de rejeitar determinado candidato.

Regulamentação da reeleição:
Entende-se por reeleição a recondução do investido de determinada função no exercício de mais um mandato (independente do cargo);
1) A reeleição para exercício de mandatos consecutivos será limitada a duas, positivamente na busca de promover a alternância de poder, e formação das lideranças de forma gradual e contínua, e evitar o continuísmo ou perpetuação de pessoas em determinados cargos.
2) Cumprido o exercício de três mandatos consecutivos em determinada função, poderá ser permitida eleição exclusivamente se houver ascensão de função, observada a ordem de sucessão como segue:

A. Na função de secretário de Atas (independente do cargo) serão permitidos até três mandados. Eleição consecutiva para cargo diretivo será permitida apenas para ascender a função de Vice Presidente ou Presidente.
B. Na função de Vice Presidente (independente do cargo) serão permitidos até três mandatos. Eleição consecutiva para cargo diretivo será permitida apenas para ascender à presidência.
C. Cumpridos três mandatos consecutivos no cargo de Presidente, não será permitida a eleição para qualquer cargo ou função diretiva, sendo compulsório o afastamento por pelo menos um mandato.

IV – Da necessidade de desincompatibilização

1) Eleito presidente da CBN, obrigada a desincompatibilização de qualquer cargo ou função em instituição direta e indireta.
2) Eleito presidente da Ormiban Nacional, obrigada a desincompatibilização de qualquer cargo ou função em instituição direta e Seccional da Ormiban.
3) Em caso de ascensão definitiva a presidência por vacância, aplicar-se-á a regra supra.
4) Em caso de candidatura político partidária em instância municipal, estadual ou federal, exige-se a desincompatibilização da investidura de cargo ou função da CBN e suas instituições com 180 dias de antecedência ao pleito. Vetado o retorno independentemente do resultado.

V – Da acumulação de cargos nas instituições de administração direta da CBN

1) Vetado acúmulo de cargo na Diretoria da CBN e nas instituições de administração direta e na diretoria da Ormiban;
2) Vetado acúmulo de cargo em diferentes instituições de administração direta da CBN;
3) Permitida acumulação de cargo executivo na CBN e suas instituições de administração direta e indireta.

VI - Dos processos homologatórios dos cargos executivos

1) Os cargos executivos da CBN e suas instituições terão seus detentores indicados pelo presidente e homologados pela respectiva diretoria;
2) Em caso de rejeição, a prerrogativa da indicação continua com o presidente até que se chegue a um nome de consenso;
3) O acúmulo de função de presidente e executivo só se permitirá por vacância ou medida administrativa de caráter emergencial, por período não superior a 180 dias.

Brasília, 21 de Abril de 2010
Conselho Nacional de Planejamento e Execução da CBN

 

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TEMPO DE RESTAURAÇÃO


Há um clamor do coração por pureza, por santidade, por autenticidade, por um culto verdadeiro. O salmista expressa muito bem esse desejo no Salmo 42.1, 2: "Como suspira a corsa pelas correntes das águas, assim por Ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo".

A primeira informação preciosa em 1Reis 18 é a promessa de Deus para o povo: "VAI CHOVER". Era a maior necessidade do momento, pois o povo estava morrendo por falta de água. Esta palavra é transmitida ao projeto Elias, que discerne a causa da falta de água.

Enganaram-se aqueles, quando pensaram que o único problema da falta de água era a falta de chuva. O rei Acabe usou seu mordomo Obadias para ir por toda a terra conseguir água, não para cuidar do povo, mas para salvar os animeis (v.5) A causa principal da falta da chuva era o pecado da idolatria:trocaram o Senhor Deus dos Exércitos por Baal. Baal não é Deus.

É bom lembrar alguns princípios que aprendemos no confronto do profeta Elias com os profetas de Baal e que são importantes para a vitória hoje.


RESTAURAÇÃO DO ALTO


A primeira tarefa do profeta Elias foi restaurar o altar do Senhor, que estava em reinas. Sem comunhão com Deus não há chuva, não há bênção, não há vitória. Equivale dizer: restaurar a adoração, que é restaurar o coração. Deus quer restaurar o coração. Sem coração restaurado, não há adoração em Espírito e em verdade. Não havendo adoração,
também não há serviço autêntico para o Senhor Deus.


Precisamos perguntar hoje: A quem somos fiéis e a quem estamos servindo? Fomos ensinados e acostumados a fazer coisas e as fazemos muitas vezes com maestria, vez por outra com sucesso e, também outras vezes com decepção. Será que fazemos o que é preciso, e o de que precisamos é realmente necessário? E Deus? Elias, ao restaurar o altar, restaurou o foco da fé do povo para Deus. Devemos trabalhar em nome de Deus, é claro, mas não podemos nos esquecer de trabalhar para Deus. Não podemos perder o foco em Deus e para Deus. Nós não somos o foco, somos apenas servos do Senhor Jesus Cristo.


RESTAURAÇÃO DA UNIDADE


Elias tomou doze pedras, segundo o número das tribos de Israel. Com aquelas pedras edificou o altar, em nome do Senhor. Deus não dará vitória a uma parte isolada do corpo. O pé sozinho não vencerá, para não dizer à mão: "não preciso de ti". É necessário viver e trabalhar a unidade do corpo.


A questão hoje é que não estamos dispostos a pagar o preço da unidade. Falamos em unidade, discutimos a unidade e até queremos a unidade. Entretanto, precisamos entender que a unidade tem preço, e não é baixo não. Se o fosse, já existiria unidade plena. Mas o individualismo, o radicalismo, o orgulho, a vaidade, a arrogância impedem o fluir da unidade no poder da oração de Jesus (João 17).


Quando o profeta Elias restaurou o altar, colocou a lenha, o novilho, a água e, no devido tempo, orou a Deus, o Senhor respondeu com fogo do céu. "O que vendo todo povo, caiu de rosto em terra e disse: O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!" Precisamos estar unidos para o Senhor mandar fogo do céu.


Pacto Renovado Batista Nacional


Derramar uma nova unção do caráter de Cristo. Unção da visão profética e unção da Palavra profética.
O Novo Pacto Batista Nacional (de perdão, sobre a nossa conduta, administração e quanto ao futuro), firmado em Brasília no mês de abril de 2001 pelo Conplex (liderança nacional), propõe a cura dos corações e a restauração da unidade batista nacional, bem como oferece os caminhos pelos quais podemos redirecionar nossos Elementos Fundamentais para cumprir a Grande Comissão do Senhor Jesus.


É preciso crer que vai chover. Vai chover verdade, santidade, pureza, respeito, unidade, fidelidade, lealdade e confiança. Só assim haverá abundantes chuvas sobre a terra de corações empedernidos pelo pecado, mas ansiosos por água, por refrigério, por salvação, por libertação.


Querido irmão, desafio você a crer que Deus é maior que as nossas diferenças e impossibilidades. E a trabalhar um novo tempo em prol de grande colheita de almas para o Senhor Jesus Cristo.


Pr. Cláudio Ely Dietrich Espíndola


PACTO RENOVADO

O marco de um novo tempo para a CBN

Nós, batistas nacionais, reunidos em Luziânia-GO, firmamos o seguinte pacto:
"A visão de Deus para uma igreja está além daquilo que ela pode fazer por suas próprias forças" Josué Campanha

1. Sonho
Sonhamos com uma igreja saudável, centrada em Cristo e na sua Palavra. Frutificando vida e multiplicando a imagem do Senhor Jesus. O cuidado de uns aos outros.

2. Visão
Da unidade do corpo de Cristo. Uma igreja unida sem radicalização, equilibrada na graça, balizada na santidade e operosa na fé. "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?" Amós 3:3


3. Hoje
Após trinta e três anos de relevantes serviços prestados ao povo brasileiro por seus líderes, pastores e igrejas, a CBN de um modo geral, sofreu tremendo desgaste e com certeza precisa experimentar um renovo de dentro para fora.

Reconheço que o momento da vida da nossa querida CBN é delicado. Há uma legalidade de desconfiança generalizada gerando desânimo convencional.

O desânimo tem produzido uma retração na participação e nos relacionamentos, produzindo maior divergência naquilo que se espera ter maior convergência.

Por outro lado, observa-se escândalos públicos e notórios: na área da família, na administração financeira e patrimonial das cousas do Senhor; no desrespeito mútuo entre colegas, entre líderes e CBN e ORMIBAN e Igrejas; no desprezo e desobediência aos Pacto Renovado Batista Nacional acordos estabelecidos em estatutos e regulamentos internos. Isto posto, concluo, reconhecer que estamos em pecado. A nação CBN está em pecado.

Gostaríamos de, nesta ocasião extraordinária e muito especial, convidá-los a atender e fazer um chamamento nacional. Atender, porque creio que o Senhor Deus, Ele mesmo e só Ele nos chama em II Crônicas 7:14 e 15: "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar". Fazer, nos seus desdobramentos, um chamamento à todo batista nacional a trabalhar pela restauração, reconciliação e unidade dos batistas nacionais.

E, com um coração sarado e saudável, buscarmos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, o renovo do Senhor nos capacitará a ver o que no momento não estamos vendo. Nos conduzirá debaixo da sua nuvem e nos protegerá, e da coluna de fogo nos guiará em segurança e confiança.

NOVO PACTO BATISTA NACIONAL


"Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel e o escrevemos; e selaram-na os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes. Os que selaram foram..." Ne.9:38-10:1

4. Perdão
4.1 – Reconhecer Que Pecamos (Neemias 1:4 – 11)
4.2 – Confessar Nosso Pecado (Daniel 9:4,5; Salmo 32 e 38; Provérbios 28:13; I
João 1:9, 10)
4.3 – Arrependimento (Neemias 9; II Crônicas 7:14)
4.4 – Pedir Misericórdia e Perdão a Deus (Salmo 25; Jeremias 3:21-23; Salmo 51)
4.5 – Pedir Perdão e Perdoar Nosso Irmão (João 20:19-23; Mateus 6:12-14; II
Coríntios 2:5-11)

5. Nossa Conduta
5.1 – Respeito - Credibilidade, relação: Doar/Depender (Filipenses 2:1-11;
Romanos 13:1-7) Mutuo entre pastor e colega; Entre pastor e ovelha; Entre pastor e ORMIBAN; Entre
pastor e CBN; Entre Igreja e CBN; Entre CBN, ORMIBAN e outras Instituições, Juntas, Departamentos e vice-versa.
5.2 – Reconciliação
Não falar mal do irmão e etc. (II Coríntios 5:18-6:10)
5.3 – Santidade (II Coríntios 7:1; Efésios 4:25-5:2)
5.4 – Fidelidade (Tito 2:10)
A Deus; A Esposa; A Família; A Igreja; A CBN; A ORMIBAN; A Sociedade; Aos Projetos da CBN e ORMIBAN etc.; Na oração em favor da CBN; Nas contribuições e Plano Cooperativo.

6. Administrativo
6.1 – Prestação de Contas

A) A CBN (através de sua secretaria executiva) apresentará Relatório Financeiro-Contábil (Balancete) mensal e anualmente o Balanço Geral, aos: 1. Membros da Diretoria da CBN; 2. ORMIBAN; 3. CBN's Regionais; 4. Instituições; 5. Juntas; 6. Departamentos;

B) A ORMIBAN, CBN's Regionais, Instituições a nível nacional e regional, Juntas e Departamentos, apresentarão Relatório Financeiro-Contábil (Balancete) mensal e anualmente o Balanço Geral, à Diretoria e à Secretaria Executiva da
CBN;

C) As ORMIBAN's Regionais apresentarão Relatório Financeiro-Contábil (Balancete) mensal e anualmente o Balanço Geral, à Secretaria Executiva da ORMIBAN;

D) As CBN's Regionais apresentarão Relatório Financeiro-Contábil (Balancete) mensal e anualmente o Balanço Geral, às Igrejas Filiadas;

E) Os Relatórios constantes das letras "A" à "D" deverão ser entregues impreterivelmente até o dia 20 do mês subsequente;

F) Os Relatórios constantes das letras "A" à "C" deverão acompanhar de relação discriminativa de Contas á Pagar (fornecedor e vencimento);

G) As Organizações da CBN, a nível nacional, estadual e regional acima citadas não poderão ter sob nenhuma hipótese Despesa maior que a sua Receita;

H) As Organizações da CBN, quando couber repasses, os farão até o dia 20 do mês subsequente, priorizando antes de qualquer outro pagamento, despesa ou gasto;

6.2 – Dívida Externa
A) As Organizações da CBN, que necessitarem suprir recursos para viabilizar projetos, fora das suas disponibilidades de receitas, só o farão com autorização expressa da Diretoria Nacional da CBN;

B) As dívidas existentes neste momento em qualquer organização da CBN, que represente duas vezes a sua receita mensal, serão examinadas pela Diretoria da CBN, como preceitua o art. 54 do Regimento Interno da CBN, fazendo um
exame da origem da mesma e estudo para a sua liquidação, se for necessário até com a venda de seu patrimônio.

6.3 – Dívida Interna
A) As dívidas oriundas da falta de recolhimento do Plano Cooperativo (Redízima ou Dízimo dos Dízimos) por parte da Igreja Local á CBN-Regional; e por sua vez a dívida da falta de repasse da CBN-Regional á CBN-Nacional até 31.12.
2000 ficam perdoadas;

B) As dívidas oriundas da f alta de recolhimento da Anuidade dos Pastores à ORMIBAN-Secional, bem como a dívida pela falta de pagamento do repasse da Secional á ORMIBAN-Nacional até 31.12.2000 ficam perdoadas;

6.4 – Oferta de Amor
A) Diante do perdão, as Igrejas, as CBN's Regionais, poderão levantar uma oferta de amor para atender as necessidades emergenciais da rotina administrativa da CBN-Nacional;

B) O mesmo procedimento em relação á ORMIBAN-Nacional os Pastores e as Secionais, poderão levantar uma oferta de amor para atender as necessidades emergenciais da rotina administrativa.
"A Igreja de visão é aquela que avalia o passado, vive o presente, mas pensa no futuro". Josué Campanha

7. Futuro
7.1 – Repensar
A) Os Elementos Fundamentais: De Nossa Eclesiologia; De Nossa Pragmática; De Nosso Culto; De Nossos Usos e Costumes; De Nosso Sistema Teológico e de Formação de Ministros do Evangelho; De Nossas Organizações
Internas, Auxiliares e Externas. Considerando o nosso momento histórico, o desfigurado modelo praticado hoje, e o contexto da Igreja Brasileira e Mundial, se faz necessário repensar e buscar o modelo mais adequado e harmônico para a realidade de hoje. Nosso Manual Básico precisa ser revisado no que tange a esses elementos.

B) Grupos de Trabalho: Para repensar e revisar o exposto no item anterior serão criados Grupos de Trabalho, tantos quantos necessários para promover uma ampla discussão pelos canais competentes, e após o que, a Diretoria da CBN
examinará os relatórios de cada Grupo de Trabalho e organizará uma proposta final.

7.2 – Planejamento Estratégico
Para uma maior integração e unidade de nossa CBN, é prudente e necessário um Plano Estratégico Integrado. Que contemple um tempo de Curto, Médio e Longo prazo. Buscando através de seus executivos, exaustivas considerações e elementos que comporão esse plano.
"Não basta ter uma idéia clara de onde ir, mas principalmente de como ir" Josué Campanhã

Nós, participantes do Conplex da CBN e diretoria da Ormiban, firmamos e assinamos o pacto acima.


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